terça-feira, 11 de agosto de 2009


As atividades de vida diária (AVD) são as tarefas de desempenho ocupacional que o indivíduo realiza diariamente. Não se resume somente aos auto – cuidados de vestir-se, alimentar-se, arrumar-se, tomar banho, e pentear-se, mas engloba também as habilidades de usar telefone, escrever, manipular livros, etc além da capacidade de virar-se na cama, sentar-se, mover-se e transferir-se de um lugar à outro (trombly, 1989).






Definição de Terapia Ocupacional (COFFITO)

É uma área do conhecimento, voltada aos estudos, à prevenção e ao tratamento de indivíduos portadores de alterações cognitivas, afetivas, perceptivas e psico-motoras, decorrentes ou não de distúrbios genéticos, traumáticos e/ou de doenças adquiridas, através da sistematização e utilização da atividade humana como base de desenvolvimento de projetos terapêuticos específicos.

TERAPEUTA OCUPACIONAL

É um profissional dotado de formação nas Áreas de Saúde e Sociais. Sua intervenção compreende avaliar o cliente, buscando identificar alterações nas suas funções práxicas, considerando sua faixa etária e/ou desenvolvimento da sua formação pessoal, familiar e social. A base de suas ações compreende abordagens e/ou condutas fundamentadas em critérios avaliativos com eixo referencial pessoal, familiar, coletivo e social, coordenadas de acordo com o processo terapêutico implementado.

O Terapeuta Ocupacional compreende a Atividade Humana como um processo criativo, criador, lúdico, expressivo, evolutivo, produtivo e de auto manutenção e o Homem, como um ser práxico interferindo no cotidiano do usuário comprometido em suas funções práxicas objetivando alcançar uma melhor qualidade de vida.

As atividades do profissional estendem-se por diversos campos das Ciências de Saúde e Sociais. Avalia seu cliente para a obtenção do projeto terapêutico indicado; que deverá, resolutivamente, favorecer o desenvolvimento e/ou aprimoramento das capacidades psico-ocupacionais remanescentes e a melhoria do seu estado psicológico, social, laborativo e de lazer.

terça-feira, 28 de julho de 2009



Meninos brincando, tela pintada por Portinari em 1955




BRINQUEDOS PARA CADA ETAPA DO DESENVOLVIMENTO

0 a 5 meses Chocalhos, brinquedos musicais, mordedores, brinquedos de berço, móbiles, livrinhos de pano ou plástico, bolas com texturas diferentes para serem agarradas com as duas mãos.

6 meses a 1 ano Brinquedos flutuantes (patinhos de borracha que bóiam na água), cubos que tenham guizos embutidos ou ilustrações, caixas ou brinquedos que se encaixam uns dentro dos outros, argolas empilháveis, brinquedos para martelar, empilhar e desmontar, brinquedos eletrônicos de aprendizado, mesa pequena com cadeirinhas na altura em que a criança possa alcançar os pés corretamente no chão, telefone de brinquedo, espelhos, brinquedos que emitem sons por meio de botões de apertar, girar ou empurrar.

1 a 2 anos Brinquedos de variadas texturas (estimulam os sentidos da visão, da audição e do tato), bonecas de tecido e bichos de pelúcia feitos de materiais atóxicos, livros e álbuns de fotografia com ilustrações dos familiares e objetos conhecidos, brinquedos de empurrar ou puxar, brinquedos de montar e desmontar. Os brinquedos devem ter cores vivas e não podem ser tóxicos.

2 a 3 anos Bolas, muitos blocos de brinquedos para empilhá-los e colocá-los dentro de caixas, brinquedos de encaixar e desmontar, brinquedos musicais, carrinhos, bonecas, cavalinho de balanço, brinquedos para praia ou piscina, brinquedos de equilibrar um em cima do outro. Nesta idade deve-se ensinar a criança a organizar e recolher os brinquedos.

3 a 4 anos Triciclo, carrinho grande de puxar, aviões, trenzinhos, brinquedos infláveis, bolhas de sabão, caixas de areia com pás e cubos, cabaninhas, casas de bonecas, ferramentas de brinquedos, massinha de modelar, objetos domésticos, fantasias, máscaras, fantoches, instrumentos musicais de brinquedo como pandeiros, pianinhos, trombetas e tambores, brinquedos de montar e desmontar mais complicados, blocos de formas e tamanhos variados, jogos e quebra-cabeças simples, lápis de cor e papel para desenhar (círculos, bonecos, enumerar os elementos de uma ilustração, colorir), livros com diferentes ilustrações e histórias alegres.

4 a 6 anos Esta é a fase do mundo imaginário, sua criatividade está se desenvolvendo. Os brinquedo nesta fase devem auxiliar a criança a entrar no mundo da fantasia, por exemplo: dinheirinho de brinquedo, caixa registradora, casas de boneca com móveis, telefone, cidadezinhas, circos, fazendas com animais, materiais de papelaria, postos de gasolina, meios de transporte (caminhões, automóveis e pistas, motos, aviões, trens elétricos, barcos e tratores), instrumentos musicais e eletrônicos, jogos. Nesta idade, a criança começa a sentir o que chamamos de medos infantis, como o medo do escuro, as bruxas, o bicho papão e outras coisas feias que impedem que a criança durma, desta forma recomendamos uma boneca ou um ursinho de pelúcia, que tem a função de ajudar as crianças a superarem esta fase.
acima de 6 anos Jogos de tabuleiro, bolinhas de gude, pipas, carros de corrida, trens elétricos, argila para modelar, pincel, brinquedos de mágica, artigos esportivos, bicicletas, patins, skate, jogos eletrônicos, de memória, videogames, patinetes, futebol de botão, laptops, brinquedos colecionáveis, chaveiros, brinquedos eletrônicos, jogos de cartas, kits, pistas de carrinhos, quebra- cabeças.
http://www.estimulando.com.br/brinquedos.htm

sexta-feira, 24 de julho de 2009

ENCEFALOPATIA CRÔNICA DA INFÂNCIA

A E.C.I. não-progressiva caracteriza-se por distúrbios motores, os quais se manifestam antes dos três anos de idade, levando ao comprometimento da motricidade, tônus e postura, podendo ou não se associar a um déficit cognitivo.
A etiologia incluem causas pré-natais, como distúrbios do desenvolvimento cortical, infecções do SNC (TORCH), hipóxia e infecção intra-uterina; Causas perinatais, síndrome hipóxico-isquêmica, hemorragias do SNC, prematuridade; Causas pós-natais, traumatismo cranioencefálico, lesão por afogamento, infecções, acidentes vasculares cerebrais.






E.C.I. espástica diplégica
Caracteriza-se por comprometimento bilateral, freqüentemente dos quatro membros, com predomínio nos membros inferiores.

Incidência: 10 a 45% dos casos.

Etiologia: A prematuridade é o fator mais comum. Existe relação direta entre grau de prematuridade e risco de diplegia. As lesões mais freqüentes são a leucomalácia periventricular (LPV) e infartos venosos hemorrágicos.

Clínica: Na LPV ocorre uma lesão nas vias piramidais que se dirigem aos MMII e se localizam mais medialmente, segundo o homúnculo de Penfield.

Em diversos prematuros, existe também um comprometimento dos MMSS, sendo esse variável;

As alterações clínicas são mais evidentes ao final do segundo semestre, principalmente naqueles prematuros que nasceram com menos de 1.000 mg, tendo permanecido em incubadora e em ventilação mecânica por período prolongado;





A forma mais freqüente de ECI é a espástica.

E.C.I. espástica quadriplégica
É a forma mais grave e caracteriza-se por acometimento significativo dos quatro membros, com aumento de tônus da musculatura flexora dos membros superiores (MMSS) e extensora/adutora dos membros inferiores (MMII).
Incidência: 9 a 43% dos casos.
Etiologia: Fatores pré, peri e pós-natais que causam acometimento bilateral, simétrico ou assimétrico, e extenso do encéfalo.
Clínica: O grau de espasticidade é flutuante e, na grande maioria dos casos, exacerba-se com o choro.
O tônus axial cervical está habitualmente diminuído;
Pode-se empregar indistintamente o termo plegia e paresia, apesar de critérios mais rígidos que indicam plegia como ausência de movimentação ativa e paresia como diminuição;
Ao exame, observam-se sinais de liberação piramidal precocemente (hiper-reflexia, clônus aquileu, reflexo cutâneo plantar em extensão) e a persistência dos reflexos primitivos (Moro, marcha reflexa, grasping palmar e plantar, nas crianças pequenas);
As alterações motoras podem ser assimétricas, denotando um quadro de dupla hemiparesia, ou de quadriplegia assimétrica;
A marcha é muito dificultada pelo comprometimento muscular global;
O perímetro cefálico encontra-se diminuído e com velocidade de crescimento inferior à normal;
Em casos extremos, a criança assume a postura em descerebração e tendência a opistótono;
A incidência de epilepsia é elevada, em torno de 66%;
Freqüentemente, associam-se paralisia de nervos cranianos, déficits auditivos e visuais, distúrbios do sono e irritabilidade;
O tratamento deve ser interdisciplinar, precoce, sempre visando as prioridades de cada paciente.
E.C.I. espástica hemiplégica
Caracteriza-se por déficit motor e espasticidade unilaterais.
Incidência: 25 a 40% do total.
Etiologia: Causas pré-natais em 70 a 90%.
Clínica: Em algumas crianças existe dificuldade na detecção precoce do déficit motor e classificação.
As primeiras manifestações iniciam-se por volta do quarto mês de vida – preferência unilateral para alcance de objetos (maior nitidez de déficit nos MMSS), mão mais fechada no lado comprometido;
Polegar aduzido ou incluso entre os demais dedos;
O envolvimento do MI pode se tornar nítido apenas com a deambulação;
Existe hipertonia em flexão do MS comprometido e extensão do MI do mesmo lado; o pé pode estar na posição eqüinovara;
As sincinesias são freqüentes e tendem a persistir;
Alterações sensitivas são comuns e de difícil interpretação;
E.C.I. espástica diplégica
Caracteriza-se por comprometimento bilateral, freqüentemente dos quatro membros, com predomínio nos membros inferiores.

Incidência: 10 a 45% dos casos.

Etiologia: A prematuridade é o fator mais comum. Existe relação direta entre grau de prematuridade e risco de diplegia. As lesões mais freqüentes são a leucomalácia periventricular (LPV) e infartos venosos hemorrágicos.

Clínica: Na LPV ocorre uma lesão nas vias piramidais que se dirigem aos MMII e se localizam mais medialmente, segundo o homúnculo de Penfield.

Em diversos prematuros, existe também um comprometimento dos MMSS, sendo esse variável;

As alterações clínicas são mais evidentes ao final do segundo semestre, principalmente naqueles prematuros que nasceram com menos de 1.000 mg, tendo permanecido em incubadora e em ventilação mecânica por período prolongado;

E.C.I. espástica diplégica
Caracteriza-se por comprometimento bilateral, freqüentemente dos quatro membros, com predomínio nos membros inferiores.

Incidência: 10 a 45% dos casos.

Etiologia: A prematuridade é o fator mais comum. Existe relação direta entre grau de prematuridade e risco de diplegia. As lesões mais freqüentes são a leucomalácia periventricular (LPV) e infartos venosos hemorrágicos.

Clínica: Na LPV ocorre uma lesão nas vias piramidais que se dirigem aos MMII e se localizam mais medialmente, segundo o homúnculo de Penfield.

Em diversos prematuros, existe também um comprometimento dos MMSS, sendo esse variável;

As alterações clínicas são mais evidentes ao final do segundo semestre, principalmente naqueles prematuros que nasceram com menos de 1.000 mg, tendo permanecido em incubadora e em ventilação mecânica por período prolongado;

Bibliografia
FONSECA, Luiz Fernando; FILHO, José Mariano da Cunha; PIANETTI, Geraldo; FILHO, José Aloysio da Costa Val. Manual de neurologia infantil. Editora Guanabara Koogan – 2006.
Sites:
http://images.google.com/imgres?imgurl=http://www.christushealth.org/DrTango/encyclopedia/image.asp%3FpicID%3D1141%26type%3Dthumbnail&imgrefurl=http://www.christushealth.org/DrTango/encyclopedia/viewarticle.asp%3Frequest%3D000716&h=60&w=60&sz=1&hl=pt-BR&start=39&sig2=cdXC_vEcbB3ep-2ZgRVX6w&tbnid=d1eFnPJwsJKzKM:&tbnh=60&tbnw=60&ei=LgYYR-KpM6LygAKFpc30CA&prev=/images%3Fq%3Dhemiplegia%2Bespastica%26start%3D20%26gbv%3D2%26ndsp%3D20%26svnum%3D10%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN
http://www.thespasticcentre.org.au/about_cp/cp_diagram_000.jpg
http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_de_West

sábado, 11 de julho de 2009

Cuidado Centrado na Família

Na prática em reabilitação observamos o quanto é indispensável a participação e colaboração da família no processo terapêutico e à partir do programa de Atenção Domiciliar , objetivamos compreender as necessidades das famílias, prioridades, valores, esperanças e recursos para que as orientações e intervenções sejam o mais próximo da realidade, começamos por discutir a necessidade de se trazer a família para próximo ao atendimentos, a fundamentarmos –nos no “cuidado centrado na família’’ para futura analise dos resultados obtidos.
“ Tratamento mantido com os esforços conjuntos de membros da família e médicos, normalmente fornecido através de estruturas de equipe multidisciplinares e interdisciplinares‘’( Willard & Spackam, 2002)

Alguns conceitos:

Avd - “As atividades de vida diária são consideradas como sendo um dos aspectos exclusivos e de responsabilidade da Terapia Ocupacional, tendo por objetivo, proporcionar ao indivíduo portador de necessidades especiais, uma vida menos dependente.” ( Finger, 1986 )
Cuidado - “Definimos o cuidado centrado na família como uma experiência que acontece, quando os terapeutas escutam de forma efetiva e compassiva as preocupações, abordam as necessidades, e apoiam as esperanças das pessoas e suas famílias” (Lawlor & Cada, 1993)

ESTIMULAÇÃO PRECOCE

“ Conjunto dinâmico de atividades e recursos humanos e ambientais incentivadores, que são destinados à proporcionar à criança, nos seus primeiros anos de vida, experiências significativas para alcançar pleno desenvolvimento das potencialidades no seu processo evolutivo, prevenindo, detectando, minimizando, recuperando ou compensando suas deficiências e seus efeitos.”( MEC – 1995)

OBJETIVOS:
Realizar avaliação motora, cognitiva e de independência;
Promover o enfoque na capacidade funcional Potencialidades
Conhecer a realidade vivida pela família;
Atuar interdisciplinarmente com a equipe.

Terapia Ocupacional é a arte e a ciência de ajudar pessoas a realizarem as atividades diárias que são importantes para elas, apesar das debilidades, incapacidades, ou deficiências. “Ocupação” em terapia ocupacional não se refere simplesmente a profissões ou a treinamentos profissionais; ocupação em terapia ocupacional refere-se a todas as atividades que ocupam o tempo das pessoas e dão sentido a suas vidas (AOTA, 1994, pág.3).

Inclusão:
“Toda criança tem direito à educação, e deve ter a oportunidade de exercê-la.
Programas educacionais deveriam ser implementados no sentido de considerar a vasta diversidade de tais características e necessidades, sendo que aqueles com necessidades especiais devem ter acesso à escola regular, a qual deveria acomodá-lo dentro de uma pedagogia centrada na criança, capaz de satisfazer a tais necessidades”.
(Mendes, 2002)


Nem sempre consigo sentir o que sei que
devo sentir.
O meu pensamento só muito devagar atravessa
o rio a nado
Porque lhe pesa o fato que os homens o
fizeram usar.
Procuro despir-me do que aprendi,
Procuro esquecer-me do modo de lembrar que  me ensinaram,
E raspar a tinta com que me pintaram os sentidos,
Desencaixotar as minhas emoções verdadeiras
Desembrulhar-me e ser eu.

Fernando Pessoa

TRABALHANDO EM EQUIPE INTERDISCIPLINARIDADE




ATITUDES NECESSÁRIAS PARA UMA ATUAÇÃO INTERDISCIPLINAR:
Fragmentação do saber, ou seja, a ruptura dos preconceitos que acompanham os profissionais desde a sua graduação (sempre achando que somos os mais completos, abrangentes ou que podemos dar conta de tudo), sendo impedido de ver os limites de sua ciência e as possibilidade das demais;
Permeabilidade ao Conhecimento capacidade de entender e se fazer entender, ser capaz de ouvir e transmitir conhecimentos, propiciando o exercício em equipe do crescimento pessoal e profissional através de um “idioma” em comum a todos;
Não basta ser membro da equipe... Tem que saber...
Ouvir
Trocar
Implicar-se
Disponibilidade
flexibilidade
A prática interdisciplinar pode ser percebida como “quebra” na segurança, exposição a fragilidade, confronto com as limitações “não saber”, “não saber fazer”,ameaçando a estabilidade, o status adquirido... Assim a tendência mais imediata e freqüente é de criarem defesas muito fortes à mudança.
As características do atendimento multidisciplinar refletem a maturidade e disponibilidade de uma equipe que “incorpora os resultados das diversas disciplinas, toma-lhes de empréstimo os esquemas de análise, submete-os a comparação e ao julgamento e, enfim, integra-os”. (Jayme Salomão – 1976)

terça-feira, 30 de junho de 2009


Terapia Ocupacional é a arte e a ciência de ajudar pessoas a realizarem as atividades diárias que são importantes para elas, apesar das debilidades, incapacidades, ou deficiências. “Ocupação” em terapia ocupacional não se refere simplesmente a profissões ou a treinamentos profissionais; ocupação em terapia ocupacional refere-se a todas as atividades que ocupam o tempo das pessoas e dão sentido a suas vidas (AOTA, 1994, pág.3).
A importância da atividade na vida do idoso
Para Jorge Augusto O. Finger, a prática de terapia ocupacional está baseada fundamentalmente em conceitos que reconhecem: 1º que a atividade é uma necessidade vital do ser humano; a privação da oportunidade de ação gera a infelicidade;
2º- que ocupando-se com atividades, o indivíduo explora a natureza de seus interesses, necessidades, capacidades e limitações; desenvolve motricidade, funções perceptivas e cognitivas; aprende uma série de atitudes sociais e interpessoais, comportamentos necessários para o domínio de tarefas vitais e manejo dos elementos do seu meio ambiente;
3º - que o produto final inerente à atividade tem importância secundária, à medida que possibilita concreta evidência da capacidade do indivíduo ser produtivo ou ser habilidoso em determinado campo.

segunda-feira, 29 de junho de 2009